Todo mundo está cansado de saber do aquecimento global. Alguns já não aguentam mais ouvir falar em economizar água, reciclar o lixo...etc. Outros, porém, até se preocupam com a questão, mas acham que o que ele fizer não vai adiantar nada se todos não fizerem sua parte. Fala sério, vc por acaso trocaria o carro pela bicicleta para ir até o trabalho? Com certeza não. Parou de comer carne depois que soube que os gases emitidos pelos ruminantes são um dos principais poluidores da atmosfera? Tbm não, obviamente... a não ser que já seja um vegetariano. E o banho? continua demorando hoooras debaixo d'água, ainda mais no inverno não é? Pois bem, é muito difícil partir da teoria para a prática. Mas o que os ecologistas recentemente descobriram, é que para melhorar de fato é necessário investir em tecnologia. A novidade da hora é energia eólica e a solar, que segundo os pequisadores vai ser aprimorada para que no futuro seja utilizada no lugar dos combustíveis comuns - estes, um dos grandes vilões do mundo contribuindo muito para o aquecimento global. E como a indústria automobilística está crescendo muito, o jeito é investir nessa idéia pq afinal, sem carro ninguém vive. Mas, se cada um de nós não contribuirmos pouco a pouco, no nosso dia-a-dia sem ser radical vamos melhorar e muito a busca por um mundo melhor. O grande diferencial está em como ser um ecologista sem ser um ecochato. Os cientistas estão fazendo a parte deles buscando novas tecnologias, agora faça a sua.
> Compre e venda coisas usadas, e sempre pergunte a alguém se não estiver interessado em algo seu antes de jogar fora.
> ligue para os anunciantes e avise-os que parem de jogar lixo na sua caixa de correios. Dessa maneira, vai economizar muitas árvores.
> Fique pelo menos um dia na semana sem comer carne vermelha. Como foi dito anteriormente, as vaquinhas são responsáveis por 18% das emissões de gases, além disso vai ser bom para o seu coração, evitando assim entupir as artérias.
> Troque uma longa viagem por videoconferências e e-mails. Use e abuse da internet para facilitar a sua vida, deixando de emitir mais CO2.
> Use móveis de madeira, dando preferência ao pinus, eucalipto e paricá, e evite as espécies como pau-brasil, mogno, imbuia e jacarandá-paulista. E não se esqueça de conferir o certificado do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal.
> Evite plástico e vidro.
> Tome banho pela manhã, assim evitará o horário de pico.
> Use água que sai da lavadora de roupas para regar o gramado. Segundo botânicos, a água dos últimos enxágues é muito boa para as plantas.
> Pinte o telhado e as paredes de branco, diminuindo assim a temperatura em até 5ºC.
> E por fim, prefira os alimentos locais, pois reduzindo a distância dos caminhões, a poluição diminui.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Fim do mundo
Na revista Época, de janeiro de 2007, tem uma matéria falando das possíveis causas que levariam ao fim do planeta. Algumas meio absurdas, como buracos negros que poderiam engolir a terra, a queda de um asteróide, piora da saúde mental das pessoas, causando uma depressão em massa levando-as ao suicídio. Tem outras hipóteses tbm, como a intervenção de Deus colocando um ponto final em tudo, invasão de alinenígenas querendo tomar nossos recursos naturais. Até os robôs poderiam se virar contra nós e dominar tudo.
Em vários séculos, indivíduos de várias crenças e diferentes culturas tentaram prever o fim do mundo, (até marcaram data!) mas não obtiveram sucesso. De todas aquelas hipóteses que foram descritas na revista, as mais prováveis na minha opinião, são: 1º Aquecimento global - secas e enchentes se alastram cada vez mais deixando muitos estragos. 2º Toxinas ambientais - venenos usados nas lavrouras causando doenças graves, como câncer. 3º Guerra Mundial - Países entrarão em confronto usando uma tecnologia ameaçadora. 4º Desastre biotecnológico - Alimentos geneticamente modificados causariam prejuízos irreparáveis ao ecossistema.
E você, como acredita que será o fim de tudo?
Em vários séculos, indivíduos de várias crenças e diferentes culturas tentaram prever o fim do mundo, (até marcaram data!) mas não obtiveram sucesso. De todas aquelas hipóteses que foram descritas na revista, as mais prováveis na minha opinião, são: 1º Aquecimento global - secas e enchentes se alastram cada vez mais deixando muitos estragos. 2º Toxinas ambientais - venenos usados nas lavrouras causando doenças graves, como câncer. 3º Guerra Mundial - Países entrarão em confronto usando uma tecnologia ameaçadora. 4º Desastre biotecnológico - Alimentos geneticamente modificados causariam prejuízos irreparáveis ao ecossistema.
E você, como acredita que será o fim de tudo?
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Filme: Eu sou a lenda
Na ficção, o personagem de Will Smith (Robert Neville) é o único sobrevivente na cidade de Nova York, onde um terrível vírus transformou as pessoas em zumbis,os quais aguardam o momento certo para atacá-lo.Sabe-se apenas que Neville é imune ao vírus, e por sua vez, faz testes em ratos utilizando seu próprio sangue afim de tentar salvar as vítimas mutantes.
Quem já assistiu ao filme Epidemia, com certeza vai perceber que, nos dois filmes há uma luta constante para evitar que uma terrível doença se alastre, exterminando toda uma população.As cenas são um pouco fortes, exibindo doentes termináveis, com sintomas muito parecidos com o ebola, e um grupo de cientistas precisam impedir que o vírus se alastre. Aí as coisas complicam quando descobrem que um grupo de aves migratórias carregam a doença e ameaçam espalhar para todo o planeta. É uma verdadeira tensão, numa luta contra o tempo.
Essas histórias exibidas no cinema são sinais de alerta. Afinal, aqui, bem perto de nós existem muitas doenças que podem virar sérias epidemias, e, é bem provável que se não forem eliminadas a tempo, farão um estrago tão grande como nos filmes. O HIV, por exemplo, continua sendo um vírus incurável.A dengue hemorrágica,que já vitimou pessoas aqui no Brasil, se não tratada a tempo leva a óbito rapidamente.Isso sem mencionar as armas biológicas, como o antraz (em forma de bactéria) e a varíola (vírus) que podem ser transformados geneticamente para resistirem aos tratamentos e vacinas, e desta maneira, espalhados provocando um surto entre a população.É o chamado bioterrorismo.
Quem já assistiu ao filme Epidemia, com certeza vai perceber que, nos dois filmes há uma luta constante para evitar que uma terrível doença se alastre, exterminando toda uma população.As cenas são um pouco fortes, exibindo doentes termináveis, com sintomas muito parecidos com o ebola, e um grupo de cientistas precisam impedir que o vírus se alastre. Aí as coisas complicam quando descobrem que um grupo de aves migratórias carregam a doença e ameaçam espalhar para todo o planeta. É uma verdadeira tensão, numa luta contra o tempo.
Essas histórias exibidas no cinema são sinais de alerta. Afinal, aqui, bem perto de nós existem muitas doenças que podem virar sérias epidemias, e, é bem provável que se não forem eliminadas a tempo, farão um estrago tão grande como nos filmes. O HIV, por exemplo, continua sendo um vírus incurável.A dengue hemorrágica,que já vitimou pessoas aqui no Brasil, se não tratada a tempo leva a óbito rapidamente.Isso sem mencionar as armas biológicas, como o antraz (em forma de bactéria) e a varíola (vírus) que podem ser transformados geneticamente para resistirem aos tratamentos e vacinas, e desta maneira, espalhados provocando um surto entre a população.É o chamado bioterrorismo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Vegetarianismo
Esses dias, assistindo ao noticiario da Globo vi uma cena de crueldade: pessoas arrastando pelo chao e torturando animais antes de irem ao abate. Logo me recordei de que na China, caes sofrem diversas torturas antes de serem sacrificados, pois, segundo eles, a carne fica mais "macia". Lamentavel. Pra quem ama os animais como eu, isso deveria ser considerado crime. Pois esta escrito: "se for necessario a morte de um animal, que seja rapida e indolor".
Pena que nem todos pensem assim. Hoje em dia e comum por exemplo, cortar o bico de galinhas poedeiras para evitar possivel canibalismo devido ao estresse causado por aqueles ambientes minusculos em que ficam confinadas. Sem falar que quando nascem pintinhos machos esses sao simplesmente mortos, afinal nao serao uteis, pois nao colocam ovos.
Os rodeios entao...e outra carnificina. Eu sei que muita gente e carnivoro e adora um bom churrasco, mas quem tem a nocao de como esses animais sao mortos, so de pensar em carne ja sente um arrepio na espinha. Muitas pessoas que ja se deram conta disso, viraram vegetarianos, e eles merecem os parabens.
Pena que nem todos pensem assim. Hoje em dia e comum por exemplo, cortar o bico de galinhas poedeiras para evitar possivel canibalismo devido ao estresse causado por aqueles ambientes minusculos em que ficam confinadas. Sem falar que quando nascem pintinhos machos esses sao simplesmente mortos, afinal nao serao uteis, pois nao colocam ovos.
Os rodeios entao...e outra carnificina. Eu sei que muita gente e carnivoro e adora um bom churrasco, mas quem tem a nocao de como esses animais sao mortos, so de pensar em carne ja sente um arrepio na espinha. Muitas pessoas que ja se deram conta disso, viraram vegetarianos, e eles merecem os parabens.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Células-tronco embrionárias
No decorrer dos anos, com o avanço das pesquisas, cientistas descobriram que retirando um embrião humano, e fazendo com que se reproduza em condições especiais de isolamento, o mesmo se transformaria em vários tipos de células e tecidos. A partir daí, tal descoberta gerou muitos conflitos políticos e religiosos.
Para os mais conservadores, a vida começa a partir do momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, e a retirada do embrião seria um ato de imoralidade. Na África, por exemplo, a contagem da idade é feita a partir da fecundação, portanto a criança já nasce com nove meses de vida. Outros acreditam que a vida inicia quando o embrião se fixa à parede uterina – fenômeno chamado de nidação. Será que um simples amontoado de células em multiplicação pode ser considerado “vida”?
Quem se diz contra o aborto, mantém os mesmos pensamentos em relação às células-tronco embrionárias, pois para eles a única diferença entre um embrião, um feto e um recém-nascido é o tempo de vida, e sendo assim todos merecem proteção. Mas as pessoas se preocupam tanto com a ética que não vêem a importância da utilização delas na medicina moderna.
As células-tronco embrionárias, são chamadas de pluripotentes, ou seja, elas têm a capacidade de se transformar em qualquer tipo de tecido humano. Desta maneira tornando-se uma ferramenta importantíssima para a criação de novos tecidos e órgãos e o tratamento de doenças como câncer, Parker e Alzheimer. Devido a todo esse temor público, pesquisadores tentam descobrir outras fontes de células-tronco, mas estas não têm tanta versatilidade como as células-tronco embrionárias.
Em seu 5º dia, um embrião é invisível a olho nu, não apresenta características próprias e nem sinais de sistema nervoso. Somente a partir da segunda semana é que surgem as primeiras terminações nervosas e dá-se o início da formação dos órgãos. Aí, sim, podemos considerar “vida”.
Mas a definição de “o que é vida” implica no conceito de “o que é morte”, isto é, quando podemos dar o diagnóstico de morte a um ser humano. Para os médicos existe a morte encefálica, que é quando o cérebro pára de funcionar, ainda que o coração continue batendo. Então, por que não considerarmos o surgimento dos primeiros neurônios o início de tudo? Se somente a partir do 14º dia forma-se o tubo neural, por que não utilizarmos esses embriões para se transformar em tecidos? Será que ao impedirmos as pesquisas com embriões, privando doentes condenados de se recuperarem, estaremos defendendo a vida?
Tenho certeza de que ao ver pacientes terminais sendo curados devido à terapia com as células-tronco, as pessoas que se opõe mudarão de opinião. Afinal, não faz sentido proibir algo que só trará benefícios às pessoas.
Para os mais conservadores, a vida começa a partir do momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, e a retirada do embrião seria um ato de imoralidade. Na África, por exemplo, a contagem da idade é feita a partir da fecundação, portanto a criança já nasce com nove meses de vida. Outros acreditam que a vida inicia quando o embrião se fixa à parede uterina – fenômeno chamado de nidação. Será que um simples amontoado de células em multiplicação pode ser considerado “vida”?
Quem se diz contra o aborto, mantém os mesmos pensamentos em relação às células-tronco embrionárias, pois para eles a única diferença entre um embrião, um feto e um recém-nascido é o tempo de vida, e sendo assim todos merecem proteção. Mas as pessoas se preocupam tanto com a ética que não vêem a importância da utilização delas na medicina moderna.
As células-tronco embrionárias, são chamadas de pluripotentes, ou seja, elas têm a capacidade de se transformar em qualquer tipo de tecido humano. Desta maneira tornando-se uma ferramenta importantíssima para a criação de novos tecidos e órgãos e o tratamento de doenças como câncer, Parker e Alzheimer. Devido a todo esse temor público, pesquisadores tentam descobrir outras fontes de células-tronco, mas estas não têm tanta versatilidade como as células-tronco embrionárias.
Em seu 5º dia, um embrião é invisível a olho nu, não apresenta características próprias e nem sinais de sistema nervoso. Somente a partir da segunda semana é que surgem as primeiras terminações nervosas e dá-se o início da formação dos órgãos. Aí, sim, podemos considerar “vida”.
Mas a definição de “o que é vida” implica no conceito de “o que é morte”, isto é, quando podemos dar o diagnóstico de morte a um ser humano. Para os médicos existe a morte encefálica, que é quando o cérebro pára de funcionar, ainda que o coração continue batendo. Então, por que não considerarmos o surgimento dos primeiros neurônios o início de tudo? Se somente a partir do 14º dia forma-se o tubo neural, por que não utilizarmos esses embriões para se transformar em tecidos? Será que ao impedirmos as pesquisas com embriões, privando doentes condenados de se recuperarem, estaremos defendendo a vida?
Tenho certeza de que ao ver pacientes terminais sendo curados devido à terapia com as células-tronco, as pessoas que se opõe mudarão de opinião. Afinal, não faz sentido proibir algo que só trará benefícios às pessoas.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Alerta aos banhistas: cuidado com as águas-vivas
Muitas pessoas estão sendo vítimas de águas-vivas no litoral brasileiro. As águas- vivas, que vivem em colônias, procuram águas quentes para se reproduzir e acabam se espalhando pelas praias e assustando os banhistas. O surgimento de águas-vivas (medusas) é comum entre a primavera e o verão, quando entra no Brasil a corrente de águas quentes do Norte e aquece o mar nas regiões Sul e Sudeste.
Elas são da família dos celenterados — da qual também participam as caravelas, as anêmonas e os corais — e seu tamanho varia muito de uma espécie para outra. Algumas podem ter mais de dois metros de diâmetro. Possuem a forma de medusa, lembrando um guarda-chuva aberto, com a bica situada na parte inferior, onde também ficam os tentáculos, sendo estes os responsáveis pelo ferimento. Os tentáculos podem medir até 10 metros de comprimento, possuindo um veneno potente capaz de ferroar e matar pequenos invertebrados e peixes, que então são digeridos por outros “órgãos” especializados da colônia.
Muitos acreditam que a água-viva queima a pele, mas não é verdade. Embora a dor realmente lembre a de uma queimadura aguda, o que ocorre é que ela apresenta milhões de pequenas células especializadas em seus tentáculos chamadas cnidocistos, capazes de provocar muita dor ao contato com a pele, numa espécie de reação de defesa do animal. O resultado é uma ardência terrível, inchaço, vermelhidão, bolhas e úlceras.
Estudos revelam que estes animais procuram evitar objetos grandes e escuros, portanto recomenda-se nadar e movimentar-se devagar dentro da água e vestir roupas escuras, para dar chance de o animal se afastar. Mas se infelizmente acontecer um acidente com a água-viva, o correto, segundo os médicos, é seguir essas dicas:
Aplicar compressas de água gelada. Mas não use água doce, porque isso vai disparar ainda mais as reações. Use água do mar, por causa do iodo, que serve como cicatrizante e também para aliviar as dores provocadas pela lesão da água-viva.
Outra medida é usar compressas de vinagre, pois seu pH ácido ajuda a deixar o veneno inativo. A água-viva pode deixar filamentos de tentáculos imperceptíveis colados na pele. Retire, com muito cuidado e evitando o contato direto, qualquer tentáculo ainda aderido ao corpo.
Elas são da família dos celenterados — da qual também participam as caravelas, as anêmonas e os corais — e seu tamanho varia muito de uma espécie para outra. Algumas podem ter mais de dois metros de diâmetro. Possuem a forma de medusa, lembrando um guarda-chuva aberto, com a bica situada na parte inferior, onde também ficam os tentáculos, sendo estes os responsáveis pelo ferimento. Os tentáculos podem medir até 10 metros de comprimento, possuindo um veneno potente capaz de ferroar e matar pequenos invertebrados e peixes, que então são digeridos por outros “órgãos” especializados da colônia.
Muitos acreditam que a água-viva queima a pele, mas não é verdade. Embora a dor realmente lembre a de uma queimadura aguda, o que ocorre é que ela apresenta milhões de pequenas células especializadas em seus tentáculos chamadas cnidocistos, capazes de provocar muita dor ao contato com a pele, numa espécie de reação de defesa do animal. O resultado é uma ardência terrível, inchaço, vermelhidão, bolhas e úlceras.
Estudos revelam que estes animais procuram evitar objetos grandes e escuros, portanto recomenda-se nadar e movimentar-se devagar dentro da água e vestir roupas escuras, para dar chance de o animal se afastar. Mas se infelizmente acontecer um acidente com a água-viva, o correto, segundo os médicos, é seguir essas dicas:
Aplicar compressas de água gelada. Mas não use água doce, porque isso vai disparar ainda mais as reações. Use água do mar, por causa do iodo, que serve como cicatrizante e também para aliviar as dores provocadas pela lesão da água-viva.
Outra medida é usar compressas de vinagre, pois seu pH ácido ajuda a deixar o veneno inativo. A água-viva pode deixar filamentos de tentáculos imperceptíveis colados na pele. Retire, com muito cuidado e evitando o contato direto, qualquer tentáculo ainda aderido ao corpo.
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